sábado, 25 de julho de 2015

CADERNO II - REFLEXÃO E AÇÃO 3

Caros professores, caras professoras

Sugerimos uma atividade que possibilite refletir acerca das mudanças que envolvem os processos de seleção de conteúdos e conhecimentos, e elaboração de ações curriculares. 
Para isso você pode consultar e comparar livros didáticos distintos, Legislação Educacional de diferentes instâncias (Municipal, Estadual, Federal), entrevistar e conversar com professores mais experientes, dentre outras possibilidades, com o objetivo de identificar mudanças e permanências nos conteúdos ensinados. Registre em um texto suas principais conclusões. 
Com base nestas reflexões, e levando em conta os exercícios feitos ao final das Unidades 1 e 2, planeje uma ação curricular que considere a realidade específica de seus estudantes em uma abordagem interdisciplinar entre diferentes componentes curriculares.
Entenda-se por “ação curricular” uma sequência didática, uma unidade programática, um trabalho de campo, um projeto de ensino etc. 
Este planejamento deverá ser registrado e entregue. 

CADERNO II - REFLEXÃO E AÇÃO 2

Caro professor, cara professora
Como sugestão para o desenvolvimento de um bom trabalho e com foco no processo de humanização, sugerimos a realização de um exercício simples com os jovens.
Peça que eles escrevam (ou utilizem outra forma de expressão mais atraente, como um pequeno vídeo, uma teatralização etc) quais são seus valores atuais, seus planos para o futuro, e como eles se imaginam daqui a 10 anos.
Acreditamos que com este exercício simples você poderá se surpreender com a beleza de muitos sonhos, com o valor que estes jovens dão a família e a escola.
Esses dados podem ser expostos, sem identificação dos autores, mas como forma de valorizar o jeito de cada um.
Lembre-se que conhecer os sujeitos da aprendizagem é fundamental. Poderá fazer toda a diferença na condução das nossas aulas.
Nos tornará profissionais mais próximos do que o jovem estudante também espera de um professor. 

Depois de realizar essa ação, registre as conclusões por escrito e socialize no seu grupo de estudo. 

CADERNO II - REFLEXÃO E AÇÃO 1

Caro professor, cara professora,
O texto abaixo sugere que o trabalho interdisciplinar exige o “encargo da compreensão”.
Leia o texto e discuta este conceito entre seus colegas.
Registre em um texto as principais ideias debatidas, e em seguida, identifique um conteúdo ou tema do seu componente curricular com potencial para uma ação interdisciplinar. 

Apesar de os estudos de processos integrativos serem pequenos em número, os autores concordam em vários pontos. 
Tomar emprestado de outra disciplina exige assumir o que Janice Lauer chamou de ‘encargo da compreensão’. 
É necessária uma compreensão mínima do seu mapa cognitivo, incluindo os conceitos básicos, modos de investigação, termos, categorias de observação, técnicas de representação, padrões de prova e tipos de explicação. 
Aprender uma disciplina a fim de praticá-la é, porém, diferente de usá-la para propósitos interdisciplinares. 
O domínio da disciplina denota conhecimento completo. 
O  trabalho interdisciplinar exige adequação. 
Os que tomam algo emprestado não reivindicam expertise em todas as áreas. 
Eles identificam informações, conceitos ou teorias, métodos ou ferramentas relevantes para a compreensão de um problema particular, processo ou fenômeno. 
Além disso, não há nenhum Esperanto interdisciplinar. "(...) A linguagem interdisciplinar normalmente evolui por meio do desenvolvimento de uma língua de comércio que se torna um pidgin – definido em linguística como uma língua provisória – ou um crioulo – uma nova primeira língua de uma comunidade”.

(Klein, Julie Thompson. Humanities, culture, and interdisciplinarity: the changing American academy. Albany: State University of New York Press, 2005)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

REFLEXÃO E AÇÃO - ETAPA II - CADERNO III

Caro Professor
 1. Clique sobre a atividade "Reflexão e Ação" abaixo que deve ser respondida.
 2. Digite seu comentário (resposta) na caixa de texto "Postar um comentário". Conste seu nome completo e disciplina que leciona.
 3. Selecione uma das alternativas em "Comentar como".
 4. Clique em "Publicar".




Clique nos títulos abaixo para inserir as suas atividades.
Lembre de colocar seu nome e disciplina.

Período de realização: maio de 2015.





sexta-feira, 8 de maio de 2015

1º E 2º ENCONTRO DO PACTO DO ENSINO MÉDIO

1º ENCONTRO - 16 DE ABRIL
Caderno 1 - Memória 2014 - Organização do Trabalho Pedagógico




















2º ENCONTRO - 23 DE ABRIL
Caderno 1 - Organização do Trabalho Pedagógico







CADERNO III - REFLEXÃO E AÇÃO 4

Caro professor e cara professora do Ensino Médio,
Nesta unidade realizamos uma discussão sobre ciência e a forma como a mesma se materializa nos currículos e cotidianos das escolas. Apresentamos algumas propostas de abordagens pedagógico-curriculares da área e alguns exemplos de como os componentes curriculares podem se organizar – por meio de planejamentos individuais ou interdisciplinares – de acordo com os direitos à aprendizagem dos estudantes. 
Sugerimos que você, e seu grupo, definam uma temática relevante para sua realidade, escolham uma das abordagens apresentadas e planejem uma unidade de ensino envolvendo os componentes curriculares da área de maneira interdisciplinar.
Feito isso, postem a atividade, em formato de artigo, no Portal Em Diálogo (http://www.emdialogo.uff.br/). Se possível, apliquem com seus alunos e discutam como foi o trabalho em sala de aula e de que forma a unidade de ensino contribuiu para a formação integral dos estudantes na perspectiva das DCNEM. 

CADERNO III - REFLEXÃO E AÇÃO 3

Caro professor, Cara Professora
A partir das reflexões dessa unidade sugerimos que pensem no planejamento de uma atividade ou sequência de atividades de ensino desenvolvida de forma interdisciplinar a partir dos temas indicados a seguir, ou outro tema que o grupo achar pertinente. O planejamento deve considerar a sequência proposta pela figura 2 para uma abordagem CTS e também aspectos do ensino por investigação discutidos na unidade 1 deste Caderno.

Sugerimos que após o planejamento, discussão e reflexão sobre a realização da atividade, esta seja concretizada em sala de aula com seus alunos.

Temas: alimentos transgênicos; clonagem humana; construção de usinas nucleares; crise no fornecimento de água e energia; efeito estufa; enchentes; exploração espacial; fontes de energia e os possíveis impactos ambientais; meios de transporte; poluição em suas diferentes formas; utilização do aparelho telefônico celular na atualidade. 

CADERNO III - REFLEXÃO E AÇÃO 2

Caro professor, cara professora, leiam as proposições abaixo, retiradas do livro Ensino de Ciências e Cidadania das autoras Myrian Krasilchik e Marta Marandino (2007, p. 54-55). Este livro pode ser encontrado na biblioteca da sua escola, pois faz parte do acervo do Programa Nacional Biblioteca da Escola – PNBE do Professor, do ano de 2010. 

ENSINAR CIÊNCIAS É: 
• Estimular atividade intelectual e social dos alunos. 
• Motivar e dar prazer pelo aprendizado. 
• Demonstrar que o processo da ciência e da tecnologia resultou de um esforço cumulativo de toda a humanidade. 
• Demonstrar que o conhecimento científico vai mudando à medida que novas informações e teorias levam a interpretações diferentes de fatos. 
• Estimular a imaginação, a curiosidade e a criatividade na exploração de fenômenos de interesse dos alunos. 
• Fazer com que os estudantes conheçam fatos, conceitos e ideias básicas da ciência. 
• Dar condições para trabalhos práticos que permitam vivenciar investigações científicas rigorosas e éticas. 

ENSINAR CIÊNCIAS NÃO É: 
• Realizar exercícios de laboratório seguindo “receitas”, sem promover discussões para análise de procedimentos e resultados. 
• Usar “fórmulas” para resolver problemas sem discutir o seu significado e propostas alternativas. 
• Fazer os alunos decorarem termos que não mais serão usados durante o curso. 
• Priorizar na sequência do curso e das aulas o conteúdo sem levar em conta fatores que promovam a motivação e o interesse pelo mesmo. Não relacionar e exemplificar sempre que possível o conteúdo ao cotidiano e às experiências pessoais dos alunos. 
• Não apresentar aplicações práticas do que é ensinado. 
• Não criar situações para realização de experimento mesmo em situações adversas de trabalho, falta de material, classes numerosas, entre outras. 
• Permitir que os alunos pensem que a Ciência está pronta e acabada e que os conhecimentos atuais são definitivos. 
• Não apresentar e analisar a evolução histórica da ciência. 

Discuta essas afirmações com os seus colegas. 
Todos concordam com essas afirmações? 
Como podem, de fato, serem planejadas práticas que corroborem com tais proposições?